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EDUCAÇÃO RIO DE JANEIRO

Uma semana após volta presencial, escola estadual suspende aulas depois de caso de Covid

Menos de uma semana depois que a Secretaria de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC), pelas ordens de Comte Bittencourt, decretou a abertura das escolas para as turmas finais do Ensino Médio e Ensino de Jovens e Adultos, o Colégio Estadual Professora Maria Terezinha de Carvalho Machado, na Praça Seca, suspende as aulas depois de o diretor testar positivo para covid-19.

sexta-feira 23 de outubro| Edição do dia

Além do diretor, outros quatro funcionários da escola também apresentam sintomas da doença. As aulas foram suspensas ontem (22) e segundo a SEEDUC, a escola continuará aberta para a entrega de materiais didáticos e kit alimentação dos estudantes depois de higienizada.

Em nota, a pasta de Comte Bittencourt fala de “compromisso com a saúde de seus profissionais e alunos”, mas foi por decisão autoritária da Secretaria, sem nenhuma consulta aos profissionais da educação ou as comunidades escolares, que as aulas presenciais foram retomadas para mais de 60 mil estudantes em meio ao ainda alto índice de contágio e mortes no estado.

Leia também: 12 medidas emergenciais para a rede estadual de educação no Rio de Janeiro

Só fortalecendo a unidade entre professores e comunidade escolar é possível lutar contra as imposições dos governos e decidir como e quando voltar. A unidade dos profissionais da educação com outras categorias fundamentais, como os petroleiros que hoje também estão sendo atacados, é o que pode fazer avançar a luta por uma educação realmente de qualidade, enfrentando os governos e os interesses dos capitalistas, exigindo o não pagamento da dívida pública para garantia de todo o investimento necessário no futuro da juventude.

Debate com o sindicato: Chega de farsa: é urgente que o SEPE articule professores e comunidades para enfrentarem os ataques




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